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“Mogi Contra o Pedágio” apresenta

Fonte:Prefeitura de Mogi das Cruzes
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“Mogi Contra o Pedágio” apresenta pesquisa com repúdio da população à proposta da Artesp

O evento “Mogi Contra o Pedágio”, realizado nesta terça-feira (24/08), no Theatro Vasques, demonstrou o repúdio da cidade contra a proposta da Artesp. O prefeito Caio Cunha apresentou uma pesquisa que mostra que 85% dos mogianos são contrários ao projeto. Levando-se em conta que o levantamento também mostrou que 20% dos mogianos não conheciam a proposta, é possível deduzir que a esmagadora maioria da população a reprova. A reunião contou com representantes da indústria, do comércio, da agricultura, lideranças religiosas e movimentos organizados que contestam o projeto.

“A pesquisa foi clara: a mogiana e o mogiano que conhecem a proposta do pedágio não concordam com ela. Além disso, quatro em cada cinco mogianos jamais votariam em um candidato a governador, ou a vice-governador, que estivesse autorizando o pedágio para a cidade. E esse é um dado muito importante quando você fala em um ano pré-eleitoral. É isso que incomoda, infelizmente: o voto. Mas é importante lembrá-los que, se depender de Mogi das Cruzes, ninguém vai ser eleito em 2022 defendendo o pedágio. A cidade não aceita esse projeto absurdo”, afirmou Caio em seu pronunciamento.

O evento desta terça-feira trouxe, além da pesquisa, uma apresentação com números e informações que mostram os prejuízos que a proposta acarreta para a cidade. Os problemas incluem questões de mobilidade, planejamento urbanístico, prejuízos para comerciantes, empresários e pessoas que se deslocam entre regiões distantes da cidade – e que teriam que pagar o pedágio. A proposta da Artesp compromete a atração de novos investimentos e transformaria a malha viária da cidade em uma via rápida de acesso ao litoral (veja todas as informações em documento no final da página).

Para a vice-prefeita Priscila Yamagami Kähler, o momento é de cooperação e união contra um projeto marcado desde o início pela falta de diálogo: “Vamos mostrar como somos fortes e como essa proposta é ruim para Mogi das Cruzes. O que não é bom para as pessoas não é bom para o governo e para a cidade”, resumiu. O vereador Edson Santos, representando os vereadores presentes, reforçou a disposição contrária do Legislativo diante do projeto: “A cidade não aceita essa proposta e estamos unidos para que Mogi das Cruzes fique livre deste projeto”, frisou.

Retrocesso para a cidade

Com base nos dados técnicos levantados pela Prefeitura, secretários fizeram explanações detalhando o alcance dos transtornos. A secretária municipal de Transportes, Cristiane Ayres, mostrou que as intervenções propostas pelo projeto da Artesp inviabilizam projetos viários em andamento, seccionam o Corredor Leste-Oeste (Avenida das Orquídeas) e impedem o projeto de retirada da rotatória localizada no cruzamento da avenida Valentina Borestein com a rua David Bobrow.

A procuradora jurídica Dalciani Felizardo explicou que o município vem tomando todas as iniciativas jurídicas possíveis para barrar o projeto. A Prefeitura questiona o edital de licitação da Artesp com duas ações que estão em andamento. Uma delas é uma representação de exame prévio contra o edital, impetrada junto ao Tribunal de Contas do Estado, que manifestou-se favoravelmente aos argumentos do município contra o edital de licitação. Atualmente, a Procuradoria-Geral do Município aguarda as próximas ações da Artesp. Caso a agência republique o edital, a Procuradoria vai reavaliar a situação, para analisar que medidas serão tomadas.

Já o secretário municipal de Desenvolvimento, Gabriel Bastianelli, reforçou os enormes prejuízos econômicos que uma proposta como esta podem significar para Mogi das Cruzes, como fuga de investimentos, encarecimento da logística das empresas e impacto negativo no mercado de trabalho, entre outros. Ao lado de Bastianelli, o empresário Paulo Boccuzzi, do Movimento Pedágio Não, reforçou a disposição da sociedade para lutar contra a proposta:

“Já observamos que, em casos como este, os responsáveis pela proposta esperam que a sociedade se canse da mobilização. Não será isso que acontecerá em Mogi das Cruzes, pois estamos cada vez mais reforçando o engajamento da cidade contra o pedágio”, salientou.

 

Autor

Tudoem

Prefeitura de Mogi das Cruzes

secretaria de comunicação da prefeitura de Mogi das Cruzes

redator.ccc@pmmc.com.br

www.pmmc.com.br

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