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O JORNALISMO E AS REDES SOCIAIS

Fonte:portaldeunatelha.com.br
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Autor

Tudoem

Ruffino

Dono de uma trajetória que se deu inicio aos 17 anos, Felipe Ruffino, conquistou seu espaço na mídia local por sua facilidade de comunicação com o público. Hoje, com quatro anos de carreira, o recém-formado em Comunicação Social – Jornalismo, já atuou em jornais, revistas, rádio, televisão e assessoria de imprensa, além de ser especializado em programas jornalísticos pelo SENAC. No início de 2012, ingressou no ensino superior e hoje o entretenimento aliado ao conteúdo informativo tornou-se uma marca de seus trabalhos.

felipe.ruffino6@gmail.com

portaldeunatelha.com.br


Qual a influência das redes sociais no jornalismo

RESUMO

As redes sociais mudaram o formato da comunicação entre as pessoas.  A mídia social conseguiu eleger o Presidente dos Estados Unidos, deu voz ao consumidor, aumentou a integração entre os indivíduos, aumentou a liberdade de expressão entre outros. De certa forma, está transformando a sociedade.  Este artigo científico tem como objetivo mostrar quais as influências, impactos e mudanças que o jornalismo recebe por meio das redes sociais, que por sinal, são meios de comunicação que estão em alta na sociedade contemporânea.

Principalmente quando se tratado em expandir diversas formas de conhecimento, compartilhamento de informações, liberdade de expressão, além de ser um ambiente de troca de conteúdos.  De certo modo, a comunicação sob as redes sociais está bastante acessível para a sociedade. Aliás, esta é a forma mais rápida na troca de informações.

Palavra Chave: Jornalismo, Mídia, Comunicação.

 

INTRODUÇÃO

 

Neste artigo científico, será apresentada a relação entre o jornalismo e a redes socais, pelo fato de hoje estarmos inteiramente conectados ao mundo virtual. Em verdade, o ato de comunicar não é só uma necessidade e sim uma característica que o ser humano apresenta desde que habita a Terra. Apesar de não termos os relatos desses nossos antepassados, podemos afirmar que a comunicação já se fazia presente, pois sua apresentação não se dá apenas pela escrita e pelas palavras da forma que a conhecemos, mas sim pela linguagem sincrética.

O material utilizado para a escrita também era mutável. Foram usados desde os métodos cuneiformes até a escrita em couro, cascas e folhas de árvores etc., até alcançarmos o papiro e o pergaminho, precursores do papel.   Mas não podemos deixar de falar dos avanços tecnológicos que facilitaram a comunicação entre as pessoas, como as redes sociais e a mídia.    As funções da mídia e das redes sociais na contemporaneidade podem ser classificadas por alguns itens, como: Expandir diversas formas de conhecimento, compartilhar informações, contribuir com a formação de opiniões e fatos, relatar o presente e o futuro, e principalmente a aproximação entre as pessoas. Os meios de comunicação são ferramentas para a construção de um mundo em conjunto para que seja reconhecida a diversidade dos povos, a liberdade de expressão, além de contribuir para um ambiente de respeito e de liberdade.

Este artigo tem como proposta, mostrar qual a influência das redes sociais sobre o jornalismo contemporâneo.    Acredita – se que as redes sociais têm bastante influência no ambiente comunicacional e que essa influência afeta de maneira positiva, os processos de comunicação jornalística. Esta discussão é importante porque será possível justificar o quanto as redes sociais são importantes para o jornalismo e o que isso agrega para a sociedade contemporânea.

O objetivo geral é discutir e analisar se há preponderância das redes sociais no jornalismo atual, além de demonstrar de maneira específica, o quanto o jornalismo é dependente das redes sociais que crescem a cada dia nas relações interpessoais.    O Método de trabalho utilizado para a elaboração deste artigo foi através de pesquisas bibliográficas, consultas online, entre outras formas de agrupamentos de conteúdo para a composição do mesmo.

A EVOLUÇÃO DO JORNALISMO

Quando ainda existia a dependência de Portugal, a atuação jornalística no Brasil era literalmente casual. O país não poderia instituir sequer escolas superiores, por ser colônia. Neste sentido, alguns estudiosos consideravam as cartas pessoais, trocadas entre colonizadores e seus parentes, como expressão de uma espécie de jornalismo.  Um exemplo de característica bem próxima do jornalismo foi a carta de Pero Vaz de Caminha.

A chegada da Família Real, que buscou na sua maior colônia o refúgio necessário das tropas de Napoleão, foi um marco de desenvolvimento geral para o Brasil no qual vivemos hoje. Por decreto do príncipe regente D. João, oficializou-se a divulgação de notícias diversas no País, em maio de 1808. Em princípio, eram mais informes políticos, mas o interesse público fez ampliar a abrangência da instituição, dando origem posteriormente a empresas da área. Com a fixação da família no Brasil, surgiu também a oposição.

O primeiro jornal a ser veiculado foi o Correio Braziliense, com sua base inteiramente oposicionista. Com o passar dos anos, o Jornalismo foi criando formas de manter sua existência, ou seja, foi se adaptando durante as épocas. Desta forma, o mesmo, passou a veicular notícia voltada para área de política até aos informes sociais e esportivos, passando a noticia da forma na qual o mercado queria.

O jornal escrito mudou tudo. A confecção técnica do jornal era difícil, a máquina de escrever, era muito mais um processo industrial do que um processo intelectual. Isso foi mudando, veio à informática, a internet, os blogs, o Google, etc. A partir daí, fazer jornalismo ficou mais fácil, mas ficou mais difícil, porque você tem para mesma informação 500 versões. 

Por este motivo, o jornalismo passou a ser visto com outros olhos. De forma que tivesse um aspecto de inimigo ou até mesmo aliado indispensável do político, do esportista e das celebridades sociais.

Ainda não existe outra forma de elo direto com a sociedade do que o jornalismo. Talvez nem a política que é a representante mais próxima da sociedade. Isso porque, o jornalismo toca o que a coletividade tem de mais humano. Para complementar, João Drummond, 2007, afirma que o jornalismo pode ser julgado como missão nobre e ingrata, pois é capaz de levar alegrias e decepções no mesmo momento.

A HISTÓRIA DAS REDES SOCIAIS

As redes sociais é um tipo de relação entre os indivíduos na comunicação por computador. P que também pode ser denominado como interação social, cujo seu objetivo é a conexão de pessoas de diversos lugares, além de proporcionar a comunicação mais rápida e principalmente aumentar laços sociais. Esse tipo de comunicação acontece desde um grupo de amigos até em uma carta enviada a uma pessoa a longa distância.  Mas pode – se afirmar que as redes sociais não se deu inicio na internet em si.

“Ao contrário do que muitos pensam falar de Redes Sociais não necessariamente significa falar de internet, o conceito das redes sociais é algo bem mais antigo que nossa famosa web. Redes sociais representam gente, interação social, troca social. Falar do surgimento das redes sociais nos leva ao início da civilização onde o homem se reunia em torno de uma fogueira para compartilhar gostos e interesses”.

A internet faz parte do dia a dia de grande parte do mundo e nos últimos anos esse ambiente vem ganhando um grande destaque, principalmente por causa das redes sociais. Rede na qual vem propondo a ideia de como compartilhar nossos gostos e gêneros para nossos amigos e colegas com quem convivemos ou até mesmo não convivemos diariamente.

“As redes sociais surgem exatamente dessa necessidade do ser humano em compartilhar com o outro, criar laços sociais que são norteados por afinidades entre eles. Dessa forma, entendemos redes sociais como qualquer grupo que compartilhe de um interesse em comum, um ideal, preferência, etc. Exemplos de redes sociais: Clube de futebol, igreja, sala de aula, empresa. Quando essa interação social parte para o ambiente online, nesse momento temos as chamadas redes sociais digitais”.  Logo após o surgimento da internet na década de 90, Tim Berners-Lee tinha como ideia inicial, idealizar a web para que seus arquivos fossem compartilhados com seus amigos. O email foi a primeira forma de relacionamento na internet.

Com o passar do tempo, o aumento do número de pessoas que trocavam emails era muito grande e, assim, houve a necessidade de criar novos meios de comunicação.

E assim foi criado em 1995, o ClassMates, a primeira rede social na internet. Rede que era paga, diferentemente das outras redes sociais que chegaram logo depois. De acordo com Natanael Oliveira, 2011, pág. 10, […]” Foi levado para o online os laços sociais que haviam sido criadas no ambiente offline “[…].   As redes sociais por sua vez, tinham o propósito de ampliar a rede de amigos dentro ou fora da web.  Hoje as redes sociais são utilizadas por internautas de todo o mundo e por pessoas de todas as idades. Além do fato de ser muito importante para a área empresarial. Através dessas redes, é possível notar que a divulgação de um produto é mais eficaz, pois atinge vários receptores ao mesmo tempo.

Natanael Oliveira, 2011, pág. 11, ainda complementa que […] “Várias empresas estão participando desse ambiente digital. Hoje, o planejamento estratégico para as redes sociais é fundamental”. […]. A cada dia o crescimento é grande, a estima é que até o final do ano o Brasil seja o país com maior investimento nas redes sociais. É provável que chegue perto de 1,5 bilhões de pessoas, cerca de 20% do planeta Terra está conectado em alguma rede social, seja: Facebook, Twitter, Orkut, Badoo. Conforme dados da empresa emarketer. 

Um exemplo de rede social que veio a tona e com a capacidade de ampliação nas redes de contato, é o Facebook. Que é considerado o maior website de relacionamentos. No início, o Facebook era somente uma plataforma para estudantes da Universidade de Havard. Onde após seu funcionamento, teve em média 22 mil acessos em menos de 2 horas.  Mark Zuckerberg, Dustin Moskovitz, Eduardo Saverin e Chris Hughes são os precursores desta rede que mais cresce no mundo nos últimos anos.  O Facebook hoje está entre os 10 sites mais acessados do mundo, no ranking Alexa Internet Inc., serviço de internet que mede quantos usuários visita um site.

Espero que a história do Facebook, que teve início no quarto de uma república universitária, sirva de inspiração para que as pessoas de todas as idades e todos os setores se aventurem pelo empreendedorismo e busquem seus sonhos. (SEVERIN. Eduardo, 2012, revista VEJA. p.77). Por tais motivos, as redes sociais, agora, deixaram de ser vistas como algo passageiro e passou a ser algo fundamental para grandes negócios e empresas. O aumento de empresas que estão usando redes sociais também vem crescendo, pois está comprovado de que os públicos estão todos nas redes sociais, e essa é uma das maiores maneiras de conquistar um meio para sua mensagem.

Mas ainda existem as empresas que não aderiram esse meio de comunicação por não acreditarem que mercado intelectual é o combustível do mundo corporativo.  Hoje as ferramentas colaborativas estão bastante avançadas, redes e mídias sociais, blogs corporativos, chats fazem parte de mudanças de cultura um é uma motivação maior de partilhar não só dados pessoais, mas também conhecimento e suas vantagens, e assim na rede social conferindo a gestão do conhecimento de uma maneira moderna.

A discussão atual sobre as mídias sociais são como mais vantagens competitivas delas, pois elas podem auxiliar as empresas e instituições, por meio de Gestão do conhecimento, e trazer novas ideias que trarão resultado com mais rapidez. A tecnologia é um fator importante nas empresas por que cria uma estrutura de ferramentas e as iniciativas do conhecimento, porém representa um sistema de um começo da apresentação do conhecimento.

A INFLUÊNCIA DAS REDES SOCIAIS NO JORNALISMO

Famosos portais jornalísticos da internet, o R7, por exemplo, já demonstram um grande interesse profissional e estratégico pelas redes sociais.  Quando colocamos como tema central, as redes sociais e jornalismo, não devemos colocar em discussão, somente o uso dessas ferramentas como modo de divulgação e ação, mas sim, com a função de compartilhamento de informações, aproximação entre o emissor e o receptor, agilidade no envio da mensagem, entre outras funções por parte dos meios de comunicação. Uma das discussões que tem causado bastante equivoco entre os meios, é o debate de como as redes sociais podem contribuir para o jornalismo. Existe uma relação/influência muito grande dessas redes na produção de informações de forma que o telespectador possa colaborar na criação do conteúdo.

Alguns sites jornalísticos usam as redes sociais como fontes principais de transmissão de informação. Outro exemplo é o portal BANDNEWS, que tem mais acesso nos blogs do que no site em si.     De modo geral, esses são ainda exemplos de maneiras de se empregar através das redes sociais digitais, para que visitantes e leitores sejam unidos pelas páginas jornalísticas.

De fato, os sites e as redes sociais são diferentes entre si, aliás, os veículos jornalísticos podem utilizar os sites com base na sua apropriação pelos indivíduos. Diversas pesquisas apresentam, atualmente, que a maioria dos assuntos que é corrente nas redes sociais, tem como origem os meios de comunicação tradicional. Ou seja, as redes sociais discutem o que sai na imprensa.

Através dessas ferramentas, ou seja, das redes sociais, o jornalista tem acesso a infinitas fontes, mais especializadas e até mesmo com maior credibilidade e a um número infinito de informações que podem gerar matérias. Os sites de redes sociais podem também auxiliar a refinar diversas informações, encontrar novas impressões e completar uma cobertura.

Sites de redes sociais também oferecem feedback mais rápido para os veículos jornalísticos.  Uma matéria bem elaborada, pode gerar diversos comentários, discussões e ser propagada dentro de grupos sociais de forma a causar seus impactos e polêmicas. Mas, caso essa matéria seja mal apurada pode, rapidamente, ser ridicularizada nos grupos sociais.

Por tais motivos, já seria possível colocar em discussão um novo modo de utilização dessas redes. Ou seja, usa – la como forma de produção, compartilhamento de informações e discussão sobre reportagens e matérias jornalísticas.  Aliás, existem diversos perfis oficiais que, além de acumularem seguidores com links e informações, discutem e conversam com os receptores de maneira informal. É o que afirma Reginaldo Oliveira, a revista VEJA, […] “Minhas melhores amizades são a distância”[…]. De certa forma, a utilização da rede social, para o entrevistado, é somente para fazer amizades. Em verdade, não existe uma equipe específica e treinada para a manutenção de um diálogo entre emissor e receptor virtual.   O ideal seria levantar discussões nessas redes com a finalidade, não apenas de atrair visitantes, pelo contrário, fazer os usuários participarem de debates e fóruns dentro dos portais jornalísticos, por exemplo.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Após os estudos feitos, ficou aparente que o que tem feito falta na área jornalística, é o debate a respeito de como as redes sociais contribuem e atuam junto aos veículos de comunicação.    Alguns veículos na internet, já usam as redes sociais para fins profissionais e estratégicos, aliás, a rapidez da mesma facilita a comunicação entre o emissor e o receptor.

Quando colocamos em pauta o assunto, redes sociais e jornalismo, não se discutem, somente, o uso dessas ferramentas como um campo de divulgação. Mas devemos levar em conta também a atuação em uma verdadeira tática de comportamento por parte dos meios de comunicação.

Como já apresentado no decorrer do artigo, pesquisas revelam que muitos dos assuntos que acontecem no universo das redes sociais, tem como origem os meios de comunicação tradicional, resumindo, as redes sociais, discutem o que sai no jornal impresso, na mídia de forma geral. E é dessa forma, ou seja, pelas redes sociais, que o jornalista tem acesso a diversas fontes de pesquisa, de fato, mais especializadas e até mesmo com maior credibilidade e a um número indeterminado de conteúdo que podem gerar matérias. Sem falar no retorno mais eficaz no meio online.  Foi possível apresentar que a discussão atual sobre as mídias sociais auxiliam as empresas e instituições, por meio de gestão do conhecimento e trazer novas ideias que trarão resultado com mais rapidez.

A tecnologia é um fator importante nas empresas por que ela cria uma estrutura de ferramentas além de representar um sistema de um começo da apresentação do conhecimento. Por tais motivos, as redes sociais têm sido usada como uma forma de produção e compartilhamento de conteúdo de cunho jornalístico.

REFERÊNCIAS

  • A história do Jornalismo.

Disponível em:

http://blogdacomunicacao.com.br

Acesso em: 30/09/2012 ás 23h00.

  • A história do Jornalismo no Brasil.

Disponível em:

http://www.jornalpontofinal.com.br.

Acesso em: 01/10/2012 às 22h30.

  • História das redes sociais.

Disponível em:

http://fabio-pinheiro.com.

Acesso em: 01/10/2012 às 22h35.

  • A história das redes sociais.

Disponível em:

http://www.natanaeloliveira.com.br

Acesso em: 04/10/2012 às 22h25.

  • A importância das redes sociais no jornalismo.

Disponível em:

http://www.observatoriodaimprensa.com.br.

Acesso em: 10/10/2012 às 12h30.

  • As redes sociais como ferramentas para jornalismo.

Disponível em:

http://www.oglobo.globo.com

Acesso em: 24/10/2012 às 13h55.

BIBLIOGRAFIA CONSULTADA:

SANTAELLA,Lucia.Redes. Sociais Digitais – a cognição conectiva do twitter.São Paulo. Paulus.2009

INCONTRI, Dora. Comunicação no tempo e no espaço.São Paulo.Estação Terra. 2000.

REVISTA

VEJA, edição 2255, ano 45, nº6, Fevereiro de 2012.

Disponível em: http://anormal-anm.com/?p=3094 acesso em 01/10/2012 às 23h06min.

 Disponível em http://www.natanaeloliveira.com.br/a-historia-das-redes-sociais/ Acesso em 30/09/2012 ás 22h00min.

 Disponível em http://www.natanaeloliveira.com.br/a-historia-das-redes-sociais/ Acesso em 01/10/2012 ás 22h30min.

Revista VEJA, página 83, edição: Fevereiro de 2012.

Por: Felipe Ruffino

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